Postagens

Dicas de filmes

Dicas de filmes com sinopses envidas por Tiago de Araújo Castilho. Quando Nietzsche Chorou. O filme é baseado no romance de Irvin Yalom e conta a história de um encontro fictício entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche e o médico Josef Breuer, professor de Sigmund Freud. Nietzsche é ainda um filósofo desconhecido, pobre e com tendência suicidas. Breuer é procurado por Lou Salome (Kather Winnick), amiga de Nietzsche, com quem teve um relacionamento atribulado. Ela está empenhada em curá-lo de sua depressão e desespero, assim pede ao médico que o trate com sua controversa técnica da “terapia através da fala”. O tratamento vira uma verdadeira aula de psicanalise, onde os dois terão que mergulhar em si próprios, num difícil processo de auto-conhecimento. Trata-se de uma oportunidade para conhecer melhor o pensamento e alguns posicionamentos de Friedrich Nietzsche.
Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=RMqIE5dUF9A> Sócrates “Sócrates”, mostra o final da vida de Sócrates …

A ARTE COMO REVELAÇÃO DO ESPÍRITO

Mais um dos bons trabalhos produzidos por estudantes do curso de Filosofia. Desta vez para a UA de Estética, Arte e História da Arte.

A ARTE COMO REVELAÇÃO DO ESPÍRITO
Antonio Geraldo Silva Santos
Asseverar que a arte “reflete uma visão de mundo, (e) como tal, configura uma das formas de conhecimento que revela o espírito de uma época”[1] exige ou um comprometimento intelectivo com o pensamento hegeliano, ou uma leitura menos específica do termo espírito, emprestando-lhe nessa hipótese um sentido de historicidade. Isso porque a ideia de espírito – incluindo o seu aspecto objetivo que se revela na historicidade, funda o pensamento fenomenológico de Hegel. Sinteticamente, Giovanni Reale, explicita a ideia de espírito em Hegel como sendo o retorno a si a partir de sua alteridade, a mais alta manifestação do absoluto e o autorrealizar-se e o autoconhecer-se de Deus (2005, p. 124). Este espírito, ainda segundo Reale, se revela em três momentos: (i) como espírito subjetivo, quando emerge da n…

Sobre as nossas palavras

As nossas palavras não são simplesmente “palavras”. A nossa palavra é o nosso mundo, o lugar de onde viemos, os lugares por onde nós passamos e o lugar onde estamos. A nossa palavra, somos nós. Falar é sair de si, exteriorizar-se existir. A palavra nos põe no mundo e diz ao mundo, quem somos. Conversamos para dizermos, para nós, pros outros, para o mundo, quem somos. Nossa palavra nos dá a conhecer. Por isso, nós os seres da palavra, sempre tivemos muito cuidado com as nossas palavras. Elas nos “humanizaram”, nos fizeram sociais, criaram civilizações, gestaram a história, e a mais importante das conquistas civilizatórias: o diálogo. A nossa história é feita das nossas palavras, a sociedade e a civilização, de diálogo. Pensar, falar, escrever, pensar o escrito, e novamente pensar o falado, pensar o escrito, e falar, e escrever. Assim como acontecer na vida, no existir, acontece na filosofia. Palavras não são simplesmente palavras. É a existência humana e a filosofia, acontecendo. Qua…

Série Resenhas

Eis mais uma das produções derivadas de exercícios avaliativos solicitados nas Unidades de aprendizagem. Desta feita, uma produção de um estudante de Administração para Filosofia e ética na gestão de negócios.


Bom dia

Imagem
  Todos nos queixamos da insensibilidade do mundo e da correria do dia a dia. Elas se fazem sentir a todo momento, no trânsito, no trabalho, nas pequenas interações do cotidiano. 









  A escola, sem dúvida, não escapa dessa regra. O sinal sonoro marcando o início e o fim de cada aula deixa bem claro e nos lembra que não há tempo para muita espontaneidade. E nesse ritmo a escola reproduz o ritmo do mundo.






  Mas muitas vezes nos esquecemos que a realidade não é um dado externo e independente de nós; ela está aberta, passível de ser modificada a todo momento. Ela é construída coletivamente e, portanto, sensível à nossa interação.

  Como um observador constante do ambiente escolar, notei Um detalhe curioso: Quase sem exceção, os professores, ao adentrar à escola passam pelos alunos como se não os vissem. Estes, por sua vez, tampouco esperam qualquer interação com os mestres diferente daquela que se processa no interior da sala de aula.  Em meio à animação do pátio da escola, o professor, em ger…